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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Por que bocejamos?

Muita gente reclama de sono e bocejos durante as seções de comandos de luz e orações, principalmente aqueles que estão começando a decretar com afinco.

Saint Germain diz que os anjos atuam enquanto decretamos. Tão logo o decreto é libertado legiões de anjos apressam-se para cumprir a ordem.

O bocejo acontece quando a energia negativa é consumida e o mestre diz ainda que quando estamos fazendo decretos de chama violeta e bocejamos, saem verdadeiras labaredas de chama violeta de nossas bocas. É a força do chakra da garganta atuando para a manifestação da chama violeta. Ele diz que os anjos jogam as energias ruins para serem consumidas nas chamas de fogo violeta que saem de nossas bocas durante os decretos.

O bocejo contínuo, que popularmente é conhecido como quebranto, quando uma pessoa não consegue parar de bocejar, dizem que é um sono causado pelo mal olhado de pessoas invejosas, então vejam que o bocejo nada tem a ver com sono e até a sabedoria popular confirma isso. A razão está na energia negativa. Até mesmo quando estamos na hora de ir dormir, o bocejo está nos dizendo que chegou a hora de purificarmos nossas energias dormindo um sono profundo.

Somos semelhantes a Deus não em físico, mas sim e fogo etéreo, que é a substancia da qual nossa alma e nossos chakras são feitos.

Outra prova da ligação entre a energia negativa e o bocejo é o fato de médiuns espíritas, quando incorporam espíritos de baixa vibração, também passam por este processo de bocejo, o que acaba assim que a entidade vai embora.

"Bocejar é uma forma de ativar o cérebro e evitar o sono", afirma o coordenador do departamento de distúrbio do sono da Unifesp, Ademir Baptista Silva. Eu discordo totalmente dele e entendo que o bocejo é uma forma de trazer o ar para acender ainda mais o fogo dos chakras. A respiração profunda, tanto ao dormir como nos bocejos, atuam trazendo a energia prana que está no ar, ômega, para ativar as energias etéreas, alfa, dos chakras.


O ar atua como um fole para acender a lareira.

Há ainda quem diga que a falta de oxigênio dentro de lugares muito cheios, como um ônibus lotado por exemplo, onde as pessoas costumam bocejar com freqüência, faz as pessoas buscarem ar e o bocejo faria esse processo. Mas prefiro entender que o ônibus está carregado de energia negativa que precisam ser consumidas.

Vejam que mesmo sem decretar ou entoar mantras, pessoas que não oram também ativam seus chakras da garganta com o bocejo, liberando o fogo sagrado pela boca.

Quando uma pessoa decreta muito, ela não boceja tanto por que seus chakras já estão ativados. Os comandos de luz são ativadores mais poderosos que os bocejos. Quando decretamos diariamente, além do poder das palavras dos comandos, buscamos o ar a cada frase, ativando o chakra da garganta.

Os bocejos são freqüentemente seguidos de um forte lacrimejamento, assim, de acordo com os ensinamentos de Saint Germain, entendo que o bocejo acontece para aliviar o corpo astral de energias pesadas. É o chakra da garganta atuando como purificador do corpo.

O bocejo é comum principalmente quando estamos decretando para alguma situação de energia muito pesada.

O sono, sem bocejo, é comum com novatos ainda não acostumados com a grande energia dos comandos de luz. Lembro que no começo, quando comecei a fazer os comandos para o Elohim Astrea, precisava ficar de pé para não dormir.

Quando os mestres estão dando os ditados, é comum ver pessoas dormindo, pois a energia é muito forte no ambiente. Não se preocupem com isso e entendam que tanto o bocejo como o sono são indicativos de purificação.

Maria Madalena diz que decretar é o grande trabalho do alquimista e que deve ser feito com muita concentração e completa dedicação, harmonia, e principalmente foco centrado no objeto de seu decreto, então, nós não apenas abrimos a boca e começamos a decretar, mas nós vamos ao centro do nosso chakra do coração e nos posicionamos junto a nossa chama trina e meditamos em nossa Presença EU SOU. Esta é uma parte importante do decreto e amplifica a purificação.


Créditos: Fraternidade Branca/por Paulo R Simões. ---> Este texto foi retirado do programa Interagindo com a GFB de 28/04/2007

A diferença em sua vida: Suas escolhas

Você pode ser feliz sendo quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria de ser.

Você pode assumir sua individualidade, ou reprimir seus talentos e fantasias, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.

Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis sérias e bem situadas como você.

Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.

Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela a falta de pessoas à sua volta para conversar e trocar experiências.

Você pode ouvir o seu coração e viver intensamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.

Você pode deixá-la como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.

Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para os planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.

Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a Vida lhe oferece.

Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.



Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria.

Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por conseqüência, melhorando tudo que está à sua volta, ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.

Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida.

Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender nada mais.

Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é.

A escolha é somente sua. E o importante é que a vida sempre nos proporciona escolhas e oportunidades. Pense muito ao se decidir, pois é você que vai carregar - sozinho e sempre - o peso das escolhas que fizer e acredite o preço a ser pago é muito alto.



Fonte: http://www.artigos.com

Orgulho...

Do Germ. ûrgoli

Que quer dizer.. exagerado conceito que alguém faz de si próprio; sentimento elevado da sua dignidade pessoal; que significa também > soberba; pundonor; brio; vaidade; empáfia; aquilo de que alguém pode orgulhar-se.

O orgulho nos induz a julgar-nos mais do que somos; a não suportarmos uma comparação que nos possa rebaixar; a nos considerarmos tão acima dos nossos irmãos que o menor paralelo nos irrita e aborrece.

A Fraqueza Infantil do Orgulho

Todos querem a paz, mas há muita gente que não se dispõe a fazer as pazes. Parece que não acreditam que duas pessoas zangadas ou um casal desavindo se possam reconciliar. Preferem afirmar posições. De fato, o orgulhoso não é inteligente! Se fosse inteligente, já teria percebido que a coisa mais humana é levantar-se dos seus erros e recomeçar cada dia. Não o tentar e agarrar-se aos seus direitos parece força, mas é fraqueza infantil.

Lucidez Orgulhosa

Os teólogos há muito o notaram: a esperança é o fruto da paciência. Deveríamos acrescentar: e da modéstia. O orgulhoso não tem tempo de esperar... Sem querer nem poder estar à espera, força os acontecimentos, como força a sua natureza; amargo, corrompido, quando esgota as suas revoltas, abdica: para ele, não há qualquer forma intermédia. É inegável que é lúcido; mas não esqueçamos que a lucidez é própria daqueles que, por incapacidade de amar, se dessolidarizam tanto dos outros como de si próprios.

Aprendendo a lidar com o orgulho

Este sentimento separa-nos dos outros e só traz atraso para nossas vidas. Mas, com atitudes simples e cotidianas, podemos minar a base que o sustenta até libertarmo-nos dele. É o orguho que os separa de todos os homens, dos irmãos e também de Deus. O orgulho é o é o sentimento de ilusão, sentido da separatividade. Está calcado no medo - no medo de ser subjugado, no medo de não ser amado, no medo da negação, da anulação, da morte em última análise. O que conseguem com atitudes orgulhosas? Muitas coisas. Principalmente, permanecer estagnado em seus níveis e padrões de pensamento. Veja que, pelo orgulho, qtas coisas já aconteceram na civilização.

O orgulho
impede de darmos o braço a torcer, como dizem. Que imagem forte, essa, dar o braço a torcer, e que doloroso! Abandonar o orgulho parece doloroso; é como se tivessem que, ao renunciar a ele, transformar-nos nas últimas criaturas da Terra. O orgulho parece colocar-nos de pé, parece ser nossa proteção e nossa identidade. Mas ele provoca grandes atrasos em nossas vidas. O orgulho nos afasta dos outros, em primeiro lugar. Ao não abandonarem nossas opiniões, nossos conceitos, nossas próprias verdades, não entramos em acordo com os outros nem nos permitimos modificar. O orgulho é algo que precisa ser combatido e eliminado. Ele fala fundo, sabemos, é aquele senso tb de resistência, de não-entrega, de não-mudança. Mas, vejam que, enqto tivermos orgulho, temos tb conflito, temos guerras, temos desentendimentos, temos sofrimento. Qto mal nos traz esse sentimento humano!

É possível abrir mão do orgulho
, é possível abandonar essas posições rígidas em favor da Unicidade? Sim, e alguém tem de dar o primeiro passo. Alguém tem de começar para permitir ao outro fazer o mesmo, e aí está o grande dilema: como eu vou abrir mão do meu orgulho e ceder à vontade e aos caprichos do outro? Ele vai me fazer vítima do orgulho dele, vai me fazer ser subjugado, submisso à vontade dele.

Também não é assim. Abandonar o nosso orgulho não significa sujeição, submissão, desde que tenhamos firmeza nos nossos propósitos. Desde que continuemos nos pautando no que é melhor para nós. O orgulho é um valor tão arraigado no comportamento humano que sequer imaginamos o que seria nossas vidas sem ele. Mas é sim possível manter-nos no nosso estado de valores, manter-nos na dignidade, na integridade sem esse nefasto orgulho.

É ele que impede de pedirmos desculpas, mesmo qdo reconhecemos estarmos errados. É o que nos leva na direção contrária a que intimamente sabemos ter de irmos, só para não dar o braço a torcer, só para não fazer a vontade do outro. O orgulho impede de sermos razoáveis, generosos, de procurar um ser querido, de dar algo de nos para o nosso semelhante. O orgulho é aquela coisa de eu não vou dar, me rebaixar e humilhar, porque ele vai se sentir o vitorioso. Pois a perda desse orgulho, a negação das atitudes que ele nos pede e nos incute a tomar, pode trazer-nos efeitos e consequências realmente saudáveis para o nosso ser.

Pedir desculpas
; dar algo de nós que a consciência, pesada e amargurada, pede que se dê; procurar o outro para uma reconciliação. Tantas atitudes são possíveis para quebrar esse orgulho. A regra é simples: o orgulho é o que os nos separa do outro. Então, a negação dele é tudo que nos une ao outro. É por esse critério que devemos nos guiar. E veremos que, como abrindo mão do orgulho, ganharemos paz. Qdo é uma atitude serena, realmente motivada pela tentativa de Unicidade, nós não estamos minimamente incomodados ou preocupados com o braço a torcer. Nós saberemos e nos contentarremos com a paz que a vitória sobre o orgulho nos traz. Quem não se sente aliviado em confessar um erro, em pedir desculpas? Se o outro aceita o erro ou aceita as desculpas, realmente, é problema dele. O que importa é que fomos lá e pedimos, tivemos essa iniciativa.

Perdoar é outra grande vacina contra o orgulho
. Perdoar os erros alheios, as ofensas, o que se disse e magoou. Não se trata de deixar para lá, de tentar esquecer. Perdoar é liberar-se da carga que o orgulho impõe, da mágoa. Isso é perdoar. O perdão tb alivia, tira todo um peso de nossos corações. Se podemos pedir desculpas pelos nossos erros, por que não podem tentar desculpar os outros pelos deles, não é mesmo? Agora, perdoar, para isso, não é preciso que o outro venha e lhes peça desculpas. Exigir a retratação do outro seria também uma atitude do orgulho. Perdoar pode ser algo íntimo, de você com você mesmo. É até bom comunicar isso à pessoa: você não me deve nada, compreendo sua atitude, você talvez não a tomasse se pensasse melhor. Mas quero que saiba que não estou magoado, ressentido, que botei uma pedra em cima e pronto, passou. Perdoar alguém alivia o fardo da culpa do outro. É um ato de extrema caridade, um gesto de grande unicidade, que liberta o outro de seus pesares - e nosso, de nosso orgulho.

Veja que não é difícil livrar-se dos pesos emocionais
, das energias incômodas que o orgulho, como ímã, está a atrair para nós e nossas vidas. Veja que a humildade, a simplicidade, o reconhecimento da falha humana, seja em nós ou no próximo, é tão libertadora. Se todos fossemos livres para experimentar e errar, livres do orgulho que nos manda também seremos sempre os certos, na sociedade teríamos outros valores, outros rumos no trato com as pessoas. O orgulho guarda os ressentimentos, alimenta aquelas feridas e mágoas pela vida inteira. Abrindo mão do orgulho, nem guerras teríamos. O que é toda essa questão que vivemos, por ex:, a questão histórica da Palestina e de Israel senão uma grande rocha de orgulho? Por que não podem ceder um milímetro israelenses e palestinos em suas posições? Por causa do orgulho. Um não quer abrir mão do que acha que é seu, o outro não quer parar de opor resistência.

Se um dos lados apenas dissesse bem, recapitulamos nossa posição
, a partir de hoje queremos nos entender, não vamos mais brigar por isso, poderiam deixar até que mediadores neutros estabelecessem um acordo. O mundo todo tem grande interesse na paz entre esses dois povos, e, mesmo assim, está lá o orgulho das raças a insisitir, insistir naquelas mesmas posições.

O orgulho é pernicioso para nossas vidas, para nossa paz
. Ganhariamos muito se pudesemos nos livrar dele. É possível irmos fazendo isso nas pequenas coisas, nas pequenas vontades, nas picuinhas, como nós chamamos. Pedir desculpas. Ceder numa coisa não importante. Oferecer-nos em ajudar qdo solicitados, mesmo que aquela pessoa não tenha iniciativa de ajuda para conosco. Ora, com pequenas coisas, podem ir minando a estrutura do orgulho, fazendo pequenos buranquinhos no alicerce dele, até que ele todo venha abaixo.

O orgulho nos impede
, muitas vezes, de desabafar, de contar algo que nos oprirme e incomoda. Tentemos não pemitir que ele nos traga pesos e a manutenção de certas situações nos oprime. Tenhamos a atitude humilde e corajosa de irmos lá e resolver. Confessar um erro, pedir desculpas, dar perdão em pequenas coisas de nossa vida, vejam o alívio que isso traz. Livrando-nos desses pequenos pesos nós vamos também tornando-nos fortalecidos e lúcidos para tratar dos pesos maiores. É assim que se trabalha com esse terrível orgulho: aos poucos, e humildemente, começando com pequenas coisas. Os ganhos que teremos nos animarão a deixar de lado e resolver até as situações que, no nosso julgamento de valor, são mais graves. Qdo formos ver, estaremos nos reconciliando e nos unificando até com grandes desafetos do passado. Estaremos muito mais flexíveis em nossas opiniões, colocaremos a cabeça no travesseiro e poderemos dormir em paz.

Abandonar o orgulho é como tirar um imenso peso de nossas almas
. E é mesmo: o orgulho nos oprime, nos impede de expressar com a beleza e a nobreza que nos é peculiar, que nos é própria como ser espiritual. Pensemos nisso. Nos pequenos orgulhos que podemos ser vencidos, nas pequenas atitudes cotidianas que vamos livrando-nos do peso que o orgulho acarreta em nossas vidas, haverá um tempo em que todos, movidos pelo exemplo salutar de todos, estaremos também dispostos abrir mão desse orgulho - e se não estiverem, repito, não temos nada com isso. Se perdoamos, mas o outro, naquele momento, não aceita o perdão, continua magoado ou bravo, o problema realmente não é nosso. Nosso problema é vencer o nosso orgulho.

Se os outros quiserem permanecer orgulhosos, não podem tomar uma inciativa de perdão, por ex:, com uma expectativa de contrapartida do outro, pois isso não é uma atitude completamente liberta do orgulho. A atitude libertadora é sempre a que parte de nós para o outro. Pode ser que, com nossas atitudes, outros também venham e nos perdoem, e desfaçam os mal-entendidos; outros que nem esperávamos. Porque vamos nos desanuviando, vão rompendo as amarras de uma série de situações em nossa vida. Dar o perdão para A, e somos também perdoados por B. Na vida, a compensações podem não ser tão diretas, os retornos nem sempre vem do lado que se quer. Entender isso e contar com isso também é uma negação do orgulho: fazer sem esperar recompensa. Pensem nisso, meus filhos, e comecem a exercitar o desmonte do orgulho em pequenas e cotidianas situações de nossa vida. Qdo perceberemos, a leveza que isso nos trará não pemitirá mais que o orgulho e as grandes resistências nos sustentem. Na paz e na luz de Deus me despeço, Aprica.


Créditos: Canalizado por Regina Gianetti

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=22310526

Orgulho, vaidade, egoismo, ambição...

Para que orgulho se todas as situações e condições humanas são efêmeras, passageiras?

O orgulho, a ganância e a sede de poder refletem a imaturidade do ser humano, daqueles que pensam que as leis cósmicas permitem uma felicidade egoísta, onde alguns se locupletam e outros vegetam.

Toda grandeza se esvai sob o peso do orgulho e da vaidade, restando apenas algo lamentável, triste de se ver. Certamente os valores negativos mais danosos à humanidade são o orgulho, o egoísmo e a ambição, que levam o ser humano a querer sobressair-se sempre aos demais, a viver apenas em função de si mesmo, das suas vontades e satisfação das próprias paixões, e a ter sempre mais e mais. Esses valores negativos demonstram apenas a imaturidade do ser humano, a sua tolice.

Para que orgulho se todas as situações e condições humanas são efêmeras, são passageiras? Orgulho de quê? Das posses que não podemos levar conosco para além desta vida, e que nem mesmo nos conseguem livrar das doenças, dos acidentes dos sofrimentos e da própria morte? Orgulho pela posse de bens que na realidade não nos pertencem; desses bens que a vida nos cede por empréstimo, e que temos de devolver na passagem pelo túmulo?

Além do mais, existem as reencarnações... O orgulhoso que se envaidece pelas posições que ocupa, pisoteando e humilhando seus subordinados ou aqueles a quem considera inferiores, nas futuras encarnações certamente irá sofrer as mesmas humilhações que impingiu a seus irmãos em humanidade.

O egoísta que se apega aos bens que possui e não lhes dá a correta destinação, ou seja, meios de vida também para outras pessoas, em futuras encarnações deverá amargar a pobreza, a penúria, a miséria, para poder dessa forma aprender a respeitar as leis divinas.

Quanto à ambição, é também uma clara amostra da tolice humana. É como um vírus que faz sofrer seu portador. O ambicioso não tem paz, porque sempre está desejando algo, desejando intensamente, e fica infeliz e frustrado quando não consegue o que quer.


O ambicioso está sempre querendo mais e mais. Ele não se conforma com o que possui, mesmo que possua muito. Também não se aquieta para usufruir o que possui, desfrutar das coisas boas da vida, que uma vida financeiramente folgada pode proporcionar. O ambicioso é um eterno insatisfeito e, portanto, não é feliz.

O que pode tornar feliz o ser humano?

Se em vez da sede de poder, as criaturas se deixassem conduzir pela responsabilidade, tudo seria diferente. Imaginemos como seria o mundo se todos os homens públicos trabalhassem visando o bem coletivo; se usassem seus potenciais para o beneficio da comunidade e se toda a população fosse fraterna, honesta e solidária? A vida seria bem diferente.

O orgulho, a ganância e a sede de poder refletem a imaturidade do ser humano, daqueles que pensam que as leis cósmicas permitem uma felicidade egoísta, onde alguns se locupletam e outros vegetam.

A lei divina é profundamente justa e sábia. E ela determina que a comunidade deve evoluir como um todo. Todos devem contribuir para essa evolução. Aqueles que não o fizerem acabarão tendo que sofrer as conseqüências de seus atos. Para isso existe a reencarnação que modifica as posições dos seres e assim, todos, cada um por sua vez, experimentam e vivenciam as inúmeras condições que o planeta oferece. Uns aprendem mais rapidamente as lições da vida, da ciência do bem viver. Outros custam mais a aprendê-las, mas nesse aprendizado todos acabamos por compreender que ambição, egoísmo e orgulho não proporcionam felicidade, ao contrário, são semeaduras de sofrimentos para o futuro.

Se fosse possível olharmos o nosso interior, a nossa subconsciência; se fosse possível olharmos com olhos alheios as nossas atitudes, veríamos logo que não existem razões para sentimos orgulho ou sermos vaidosos.

Mas o que é orgulho?

O orgulho resulta da idéia que fazemos de nós mesmos e, como sempre, essa idéia não é real, porque não conseguimos ver a nós próprios.

Poucas pessoas possuem visão interior correta, ou seja, a capacidade de observarem a si mesmas, fazendo uma autocrítica justa, não tendenciosa. Quem possui essa visão interior consegue avaliar a si mesmo, sem ilusões. A visão interior correta é o resultado de esforço, de auto-análise, de reflexão, de maturação do próprio espírito. Por enquanto, em nossa imaturidade espiritual, quando resolvemos fazer alguma observação sobre nós mesmos a nossa deformada visão interior só vê aquilo que possa servir de base para o nosso orgulho, a nossa vaidade. Por isso só vemos as coisas positivas, principalmente aquelas que acreditamos, ou nos interessa acreditar que possuímos.

Na verdade costumamos nos ver numa condição muito superior à realidade. As qualidades que observamos em nós, nos parecem bem maiores do que são, e os defeitos que temos e que anulam muitas das nossas qualidades, esses, geralmente não vemos, ou vemos com os olhos da complacência.

Geralmente, quando começamos a aceitar a idéia da reencarnação, nossa curiosidade logo se acende para sabermos que personagens importantes podemos ter sido no passado. E quando pensamos nos espíritos superiores, logo começamos a imaginar qual deles deve ser o nosso mentor.

Ao conhecermos as obras do espírito André Luiz, em suas narrativas sobre a colônia espiritual Nosso Lar, através da psicografia de Chico Xavier, queremos logo acreditar que somos procedentes daquela colônia, e ficamos imaginando que descemos à terra nesta encarnação para realizarmos grandes missões.

É sempre a vaidade que nos move, fazendo-nos sonhar com grandezas inexistentes, ou com situações irreais.

Até mesmo na mediunidade as almas imaturas, ao perceberem a presença de um guia espiritual, vão logo imaginando que se trata de um Bezerra de Menezes, Emanuel, André Luiz ou outro espírito conhecido e admirado.

E quando a entidade se comunica a imaginação exacerbada pela vaidade pode até mesmo acionar os mecanismos do animismo e a comunicação poderá encerrar-se apresentando um nome de alguém que ali não estava. Isto se chama animismo.

Se olharmos com os olhos da verdade para dentro de nós, analisando com absoluta sinceridade nossas grandezas e mesquinharias, nossos valores positivos e negativos, veremos que fazemos parte do grande rebanho humano com todas as suas idiossincrasias, suas luzes e suas sombras.

Se já conseguimos alcançar um pouco mais de conhecimento espiritual; se buscamos intensamente nosso crescimento interior sob as claridades do Evangelho, esse fato deve nos alegrar e nos tornar mais gratos àqueles que do Alto acompanham nossa jornada, nos auxiliando sempre. Mas deve também fortalecer nosso senso de responsabilidade, convidando-nos à vivência da humildade.

Toda grandeza se esvai sob o peso do orgulho e da vaidade, restando apenas algo lamentável, triste de se ver.


Créditos: Bem viver

Comando Mental

O bem-viver está incipalmente dentro de nós, em nossos estados de espírito. Podemos comprová-lo observando como pessoas que possuem todo o necessário para sentirem-se bem e estarem felizes, demonstram mau humor, depressão, desgosto e insatisfação.

Por outro lado, inúmeras pessoas enfrentam grandes dificuldades, dores e sofrimentos, mas percebe-se nelas um estado interior de relativa tranqüilidade, entusiasmo e até contentamento.


O destino é um veículo cujo rumo podemos mudar... até certo ponto. Por que não guiá-lo para “estar de bem com a vida”?

Que tal imprimir continuamente a esperança, o contentamento, o "estar de bem com a vida" em seu estado de espírito?

Difícil?

É só uma questão de treino e vontade. Quer testar?

Imagine que você é candidato a participar de um filme que lhe dará uma magnífica retribuição financeira, e está fazendo um teste para definir suas qualidades artísticas.

Mesmo que você não tenha qualquer simpatia por essa arte, “faz de conta” que isto é muito importante para a sua vida.

Digamos então que a telinha do seu micro é uma câmera. Pois bem, olhando para ela, faça uma expressão de TRISTEZA.




Agora faça uma expressão de MEDO.


Em seguida, uma expressão de ALEGRIA.

Então, se você "entrou" nesta brincadeira, como se saiu? O que fez para apresentar as expressões solicitadas?

Certamente procurou SENTIR os sentimentos indicados, como se fossem reais, não é mesmo?

Observe que isto aconteceu por obra da sua VONTADE. Durante alguns instantes você COMANDOU seus estados de espírito.

Ocorre que todos podemos comandar sempre nossos estados de espírito, a depender da vontade, determinação e empenho que colocarmos nesse mister.

É só uma questão de vontade e esforço, da mesma forma como alguém consegue através de exercícios sistemáticos modelaro corpo, tornando-o forte, musculoso, ou flexível.

Então, vai refletir sobre isto? Vai tentar mudar seus estados de espírito sempre que os perceber negativos?

Nossa mente é o “infinito desconhecido” e, para começarmos a entreabrir uma fresta para essa vastidão, o primeiro passo é a observação. Todo conhecimento teve sua gênese na observação, passando-se para o questionamento, a experimentação, a análise, o cálculo, o raciocínio, as hipóteses…

Desde que existem maçãs as pessoas as viam cair e isto jamais preocupou a qualquer delas. Mas dizem que foi ao ver uma maçã cair, que Isaac Newton começou a se ocupar com esse fato, passando por todas aquelas fases do questionamento, da análise, do cálculo, do raciocínio da experimentação... descobrindo a lei da gravidade.

Quando começamos a tomar consciência da nossa mente, dos seus poderes latentes, percebemos que também somos capazes de comandar algo de suas atribuições, de forma a criar e manter os estados de espírito que desejamos, apesar das circunstâncias e dos circunstantes.


Exercício:

Sempre que lembrar, observe o que estava pensando naquele exato momento. Em seguida procure lembrar o que estava pensando imediatamente antes e antes, num caminho de volta pela sua linha de pensamentos, a fim de encontrar a causa que motivou seu pensamento atual.

Pode parecer-lhe um exercício bobo, mas é começando a nos ocupar com nossos pensamentos que vamos conhecendo melhor essa função da nossa mente, visando maior acesso futuro ao comando mental.


Para reflexão:


O bem-viver pode ser comparado a um caminho que percorremos, e que em muitos momentos esbarra em obstáculos naturais e também naqueles que são criados por nós próprios.

O bom senso nos indica três ações:

1 – Capacitar-nos a vencer os obstáculos, contorná-los ou conviver melhor com eles, quando forem realmente insuperáveis.

2 – Capacitar-nos a não criar nossos próprios obstáculos.

3 – Capacitar-nos a aplainar nossos caminhos atuais e futuros.


Viva intensamente o que já pôde realizar.Mantenha-se interessado em seu trabalho, ainda que humilde. Ele é o que de real existe ao longo de todo o tempo. Seja cauteloso nos negócios, porque o mundo está cheio de astúcias, mas não caia na descrença. A virtude existirá sempre.


Créditos: www.bemviver.org

Você é Luz!

Você é Luz!



Pelos Caminhos da Vida. Sozinhos, somos estrelas que cintilam... Juntos, compomos o corpo de luz deste Planeta. Trazemos na memória o amor e as conquistas de nossas caminhadas...

Porque temer?

É chegada a hora de "Ouvir" as nossas vibrações pessoais... Cada um... ouça o seu som! Sinta sua Luz! Perceba a verdade que habita seu coração.

Sinta o seu próposito ao longo das eras... Aquiete-se! "Ouça" as estrelas... O universo está aí... Bem dentro de você! Cada astro, cada estrela, cada lua, cada sol... tem seu lugar. Há mais vida, há mais organização do que suspeitamos...

É hora de mostrar ao mundo a sua luz. De fazer vibrar o seu som... É hora de contribuir para o plano maior! Por um mundo melhor... Rituais de passagens são movimentos de renovação e de silenciosas transformações. Deixe-se levar por seu coração.

Ele sabe o caminho... Deixe a luz penetrar... Inspire a força que vem do cosmos, erga a cabeça e caminhe, guiado pela verdade. Seja pleno, feliz, pois você é... "Filho amado de Deus". Que a Luz o Amor e o Poder restabeleçam o Plano Divino sobre a Terra!


(desconheço autoria).

Obs: caso alguém saiba quem é o autor(a),
desse texto avise-me para que possa dar
os devidos créditos.

Fonte da imagem:
http://www.google.com.br
Extraído de:anamgs.blogspot.com

Auto-Iluminação

Auto-Iluminação

Se Deus é luz, a nossa essência espiritual também é luz.Como Deus é espírito, essa luz também é espiritual, não material.

Informam espíritos que, quando uma entidade espiritual de elevada condição ora, sintonizando com o "Mais Alto", todo o seu ser se ilumina de uma luz irisada, com magníficos efeitos cromáticos, num espetáculo de rara beleza.

Estudiosos das influências energéticas dizem que as ações e atitudes que elevam a freqüência vibratória são:

Amor (a mais poderosa)
Prece

Alegria
Esperança

Ações e atitudes que fazem baixar a freqüência vibratória:


Ódio (a de mais baixo teor vibratório)
Desejos de vingança
Inveja
Ciúme
Rancor
Azedume
Mau humor

Assim, a nossa freqüência vibratória se eleva quando sentimos amor (não o sensual), quando oramos, sentimos fé, alegria sã ou esperança.


Olhe para essa flor ao lado. Observe sua delicadeza, sua beleza. Pense no amor... que fez coisas tão puras e tão belas... Pense na luz de Deus, que é puro amor, como sendo a mais poderosa vibração de vida a se expandir em todo o universo...

Procure sentir amizade por tudo que vir, tocar e sentir, para tornar-se uma poderosa fonte de simpatia, interagindo com as forças universais comandadas pelo amor.

Procure ser afetuoso em todas as suas relações, para criar um condicionamento de poderosas energias positivas em seu campo magnético. Isto é bom em todos os sentidos.

A fé e a oração dinamizam energias sutis que atuam em nosso psiquismo. Entretanto, não é o ato de orar que tem valor, mas a participação da alma em sua totalidade mente, sentimentos, emoção) na rogativa, no agradecimento ou no louvor.

Quando a alma se abre na direção da Grande Luz, na dinâmica da oração, forma a ponte por onde lhe chegam o energismo divino e a inspiração superior, desde que os sentimentos estejam em plena harmonia com as leis universais.

Jesus, ao resumir toda a lei, sintetizou-a no amor, não como preceito religioso, mas como verdade científica e cósmica. O grande beneficiário dessa lei é quem a cumpre, ou pratica.


Nós estamos vivendo numa época de muito baixa vibração nos ambientes da Terra e as pessoas mais sensíveis sentem esse magnetismo pesado com mais intensidade. Isto provoca muitos distúrbios, tais como estados de irritação, agressividade, medo, enxaqueca, e vários problemas de saúde. Para aliviar esse quadro a solução está em elevar a própria freqüência vibratória.

Quer confirmar?

Inspire calma e profundamente algumas vezes para equilibrar os ritmos internos.
Imagine que você está no campo, junto a um arbusto florido. Algumas nuvens pintam de branco o azul do céu.

Você vê flores e nuvens. As flores falam em alegria e amor. Sua vibração nos transmite ternura e contentamento. As nuvens, passando, indicam que há céu, há luz, há vida que esplende em outras infinitas dimensões.

Repita mentalmente as seguintes palavras, procurando senti-las em toda a sua profundidade:

Da mente divina, luz infinita, flua luz para a minha mente. Que a minha se ilumine e se enobreça nessa luz. Que essa luz divina percorra todo o meu ser, para que eu vibre na paz e na harmonia.

Do coração do universo, fonte infinita e eterna do amor, flua amor para o meu coração. Que meus sentimentos se engrandeçam nesse afeto de Deus, nesse afeto que vibra em todo o universo, dando a tudo e a todos razões para o existir. Que esse amor preencha todos os meus espaços interiores. Paz e harmonia em todo o meu ser.

Leia lentamente, refletindo sobre o significado destas idéias:

Muita gente luta por altos ideais e em toda a parte a vida está cheia de heroísmo. Seja você mesmo. Principalmente não simule afeição, nem seja descrente do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e tanto desencanto ele é tão perene quanto a relva.


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